O Jogo da Discórdia | Conheça 10 maneiras muito simples de discordar e evitar atritos

discórdia

Nesse artigo, vamos abordar a discórdia como tema de conflito, e também, 10 maneiras simples de lidar com um desacordo de forma eficaz.

A DISCÓRDIA tem vários significados: falta de acordo, desentendimento, divisão, brigas, atritos, cisões, divergências, desavenças, rivalidades, controvérsias, lutas, etc.

Na verdade, uma discórdia pode começar por um simples pensamento, julgamento, palavra ou atitude em qualquer hora, ou dia, em diferentes ambientes sociais.

A discórdia é silenciosa, e ela pode se espalhar sem que percebamos e acabar com a nossa paz.

Para facilitar o entendimento, centralizarei o tema discordância como: uma oposição de ideias, sentimentos ou interesses, com choque entre forças contrárias ou divergentes.

Porque no ambiente existem personalidades conflitantes em determinados momentos (grupo de pessoas).

Apesar de inevitável, o importante é identificar essa força para canalizá-la para o lado positivo.

Porque a ação de “discordar” é uma impulsão motora para adaptação às mudanças frente a uma pressão externa.

Um exemplo claro é o que vivemos hoje na PANDEMIA da COVID-19, onde grupos de pessoas ainda não concordam com a vacina contra o covid.

As mudanças ocorrem, portanto, precisamos gerenciá-las para as novas perspectivas e assim algumas dicas são sempre bem-vindas.

Cada um de nós temos as nossas crenças; aquilo que acreditamos ser o certo e verdadeiro, pois a construção da realidade é individual, e os pensamentos buscam comportamentos que as justifiquem.

A #Terapia_Cognitiva_Comportamental é magnânima para a solução de conflitos imediatos, apaziguando ambientes e acalmando crises

Leia até o fim, e depois, deixe sua opinião a respeito do tema.

Discórdia

A discórdia e o conflito, característica comum à vida social

É mais fácil concordar do que discordar, pelo menos esse é o conceito comum.

Ademais, desentendimentos acontecem — o importante é saber lidar com eles.

Entretanto, podemos aprender muito com conversas em que não concordamos — se pudermos ouvir e falar racionalmente, é claro.

Infelizmente, muitos de nós evitamos os desentendimentos ou quando as coisas não acontecem do nosso jeito, perdemos o bom senso, aí temos a discórdia.

Nas organizações, o conflito é um estado de discórdia causado pela oposição real ou percebida de necessidades, valores e / ou interesses entre pessoas que trabalham juntas.

O conflito nas equipes assume muitas formas e pode ser menor, causando apenas uma interrupção breve, ou grande, ameaçando a capacidade da equipe de funcionar e atingir seus objetivos.

Em 2009, no Cairo, o presidente Barack Obama declarou: “Enquanto nosso relacionamento for definido por diferenças, capacitaremos aqueles que semeiam o ódio em vez da paz e os que promovem o conflito em vez da cooperação que pode ajudar todo o nosso povo a alcançar justiça e prosperidade. Este ciclo de suspeita e discórdia deve terminar. ”

Embora o discurso tenha entrado em alguns detalhes sobre como o presidente busca uma reaproximação com o mundo muçulmano, este único parágrafo revelou a causa raiz do conflito.

Nesse caso, a desconfiança.

Muitas vezes os oponentes se sentem mais confortáveis ​​com a discordância do que com a solução, porque extraem poder e influência da discórdia.

E quem é que não deseja um pouquinho de poder, mesmo que seja por meio de contendas?

Por outro lado, descobrir por que as pessoas estão em conflito uns com os outros pode ajudar na compreensão e solução dos pontos da discórdia, também.

Quais os motivos que geram a discórdia?

Frequentemente, as raízes da #discordia estão em coisas que ocorreram há muito tempo.

Uma pessoa pode se sentir desprezada porque suas idéias foram rejeitadas por seu chefe, enquanto as de um colega de trabalho foram aceitas.

Outro, pode achar que não está recebendo sua cota justa de tempo e recursos para concluir um projeto.

Outra, ainda pode se sentir esquecida quando não recebeu a promoção esperada.

Como se pode perceber, os motivos para discórdia são diversos.

No ambiente familiar, um irmão que não recebe tanta atenção quanto os demais, pode se sentir ofendido e discordar em outros aspectos do relacionamento familiar, apenas por uma questão de honra.

A discórdia familiar é muitas vezes resultado de diferentes personalidades, mal-entendidos e problemas familiares estressantes.

Essas questões, quando não tratadas prontamente, podem agravar-se com o tempo e gerar hostilidade.

Compreender que o conflito é normal é o primeiro passo para aprender a lidar com essas situações.

Mais exemplos de discórdias familiares

O conflito parental – entre pais e filhos ou outros parentes – é comum em muitas famílias e muitas vezes, leva ao atrito envolvendo toda uma família.

A maioria das discórias parentais giram em torno de questões financeiras, infidelidades, diferentes pontos de vista sobre a educação dos filhos e a tomada de decisões familiares.

Um estudo de 1998, publicado em “Family Relations” descobriu que as crianças em famílias de alto conflito demonstraram níveis mais baixos de bem estar, problemas na internalização e externalização de comportamentos, e conflitos com colegas.

Quantas discórdias na familia poderiam ser solucionadas com um único e sincero ato de amor?

A pergunta na verdade, é muito mais abrangente e foi feita, um pouco diferente, pelo padre PIO.

Quantas discórdias familiares e não familiares dependem sobretudo da falta de caridade, e poderiam ser solucionadas com apenas um sincero ato de amor no qual se saiba sufocar e fazer desaparecer o orgulho e o egoísmo?

Se você conhece bem aquela sensação advinda da reconciliação e conhece também a sensação bem ruim de estar brigado com uma pessoa que você gosta, sem poder falar com ela, então por que ainda briga?

Por que não evita a discórdia?

  • Precisamos engolir o orgulho.
  • Do mesmo modo, pedir perdão mesmo quando nada de errado foi feito.
  • É preciso entender que não podemos ficar esperando o outro dar o primeiro passo.
  • Precisamos, portanto, ser protagonistas da reconciliação e instrumento da paz.

10 maneiras simples de lidar com a discórdia de forma eficaz

Essas 10 dicas para a discórdia, relacionadas abaixo, podem ajudar a manter os desentendimentos construtivos — esteja você conversando com um parente, um amigo ou qualquer outra pessoa:

  1. Procure entender a outra parte. Normalmente, as pessoas quando não se entendem tendem a discordar umas das outras. O desacordo está ao virar da esquina, quando uma parte está tão ocupada querendo ser ouvida e não perde tempo tentando entender a outra. Quando você compreende que a maioria de nós é mais parecida do que diferente, começa a tolerar e até mesmo apreciar um ponto de vista diferente. Então, primeiro, procure entender e apreciar. Isso não significa que você tem que concordar, apenas que você está aberto a ouvir melhor.
  2. Não tome como algo pessoal. Se ficar chateado, por exemplo, pode ser útil lembrar que você está bravo com a ideia ou conceito que a outra pessoa (seja um familiar, amigo, treinador, colega de trabalho, etc.) está criando, não com a pessoa.
  3. Evite desconsiderar as ideias e crenças da outra pessoa. Se você já foi alvo de críticas ou discursos de alguém, sabe o quanto pode ser valioso usar uma linguagem e um comportamento respeitosos. Muitos desentendimentos resultam de alguém que não compreendeu bem algo que foi dito. Então, em vez de expressar o que você pode estar pensando (“Isso é uma ideia estúpida!”), tente algo como: “Eu não concordo, e aqui está meu motivo.” Tente não gritar, usar de sarcasmo ou fazer comentários depreciativos, assim você terá uma oportunidade maior de transmitir seu ponto de vista.
  4. Procure semelhanças, não diferenças. Ao trabalhar com meus clientes, descobri que a melhor maneira de começar a resolver um desentendimento é procurar um terreno comum. Quando você se concentra nas diferenças, o espaço fica mais amplo, mas quando você procura o que tem em comum, isso ajuda a preencher a lacuna. Da próxima vez que você se encontrar em desacordo, procure um ponto de concordância – mesmo que tenha que se alongar.
  5. Pára de dizer como você se sente, use declarações apropriadas como; “eu” , e formalizar o que pensa e o que deseja ou precisa. Usar declarações “você” pode soar argumentativo. Por exemplo, dizer a uma pessoa: “Você está me lembrando das minhas tarefas às quartas-feiras quando sabe que tenho muito dever de casa” tem um tom muito diferente de “Estou me sentindo pressionado(a) porque tenho muito dever para hoje à noite. Posso fazer essas tarefas amanhã?”
  6. Seja um bom ouvinte e ouça o ponto de vista da outra pessoa. Isso torna mais provável que ele ou ela faça o mesmo por você. Mostrar-se um bom ouvinte é também uma forma de mostrar que você respeita e entende a perspectiva dos outros. Embora o consenso é que, em qualquer desacordo, é importante que ambas as partes ouçam e sejam ouvidas. E isso significa que é importante ser um bom ouvinte – curioso, de mente aberta e sem julgamentos. Um bom ouvinte dá toda a sua atenção, pede esclarecimentos quando necessário e pode ouvir opiniões diferentes sem se tornar defensivo ou argumentativo. A melhor maneira de ouvir é ficar em silêncio. Quando for a sua vez de falar, repita os pontos-chave que a pessoa fez para mostrar que você ouviu e ouviu tudo o que foi dito. Em seguida, apresente seu caso calmamente e por que você discorda.
  7. Mantenha-se calmo. Ficar calmo é a coisa mais importante que você pode fazer para manter uma conversa nos trilhos. Claro, é um grande desafio manter a calma e principalmente a racionalidade quando você está irritado por alguma coisa – especialmente se a pessoa com quem você está falando também está irritada. Você pode precisar ser a pessoa madura que administra a conversa, mesmo que a outra pessoa seja um pai ou alguém que deveria saber melhor.
  8. Assuma a responsabilidade por seus próprios sentimentos. Especialmente em desentendimentos acalorados, é muito fácil começar a fazer acusações, culpar e dar desculpas. Isso pode soar bastante ofensivo. Para lidar com isso, é preciso que você seja honesto consigo mesmo e assumir responsabilidade total por seus próprios sentimentos e por suas interpretações que podem ter contribuído para o colapso.
  9. Assuma um compromisso sincero. Em tempos de desacordo, é comum que uma ou ambas as partes tenham um pé fora da porta. Se você quer realmente chegar ao centro da questão, certifique-se de que a outra pessoa entenda seu compromisso com a responsabilidade que te cabe. Mesmo se tiver um problema com o comportamento, você deve mantê-lo separado.
  10. Use sempre uma linguagem positiva. Ninguém precisa ser chamado de nomes pejorativos ou ser chamado de forma negativa, ou ouvir todas as coisas ruins do passado. Falar de forma negativa vai machucar a pessoa e desligá-la do contexto da discussão. Ao trazer positividade ao que está tentando dizer, é muito mais provável que você seja ouvido e o desacordo pode ser resolvido com mais rapidez e facilidade.

Desentendimentos são partes do cotidiano, mas não precisam causar estragos.

Experimente estas técnicas e resolva – mais rápido e melhor suas discordâncias da vida.

Lembrando sempre que, o respeito vai além das conversas difíceis.

Ser prestativo e atencioso com os demais em nossas ações diárias ajuda todos a estabelecer uma base para aqueles momentos em que podemos discordar.

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